Pensar a História
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16 Tweets 6 reads Feb 01, 2023
Fernando Haddad, então prefeito de São Paulo, participa da inauguração do Hospital Municipal Vila Santa Catarina. Primeiro equipamento de alta complexidade da rede municipal, o Vila Santa Catarina é um hospital de referência em oncologia e está entre os melhores do estado.
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A unidade foi criada a partir das instalações do antigo Hospital Santa Marina — um hospital privado que havia decretado falência e estava abandonado há 6 anos. Haddad adquiriu o prédio e encomendou ao escritório Levisky Arquitetos um projeto de reforma e adaptação.
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Com 25 mil metros quadrados, o hospital foi inaugurado em junho de 2015, já com Pronto-Socorro, Maternidade (incluindo um Centro de Parto Normal), Banco de Sangue, Ambulatório do Programa de Transplantes e UTI adulta e neonatal.
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A unidade possui 271 leitos — incluindo 36 leitos de obstetrícia, 30 leitos para pacientes oncológicos e 32 leitos para transplantados. A UTI pediátrica se destaca como referência para realização de hemodiálise aguda pediátrica para pacientes com insuficiência renal aguda.
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O hospital atende mais de 2,6 milhões de pessoas por ano. Entre 2018 e 2019, a instituição realizou mais de 600 mil exames laboratoriais, 60 mil exames de imagem, 5,4 mil partos, 5,1 mil cirurgias (sendo 198 de transplantes) e 14 mil internações.
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O hospital é administrado em convênio com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. A instituição contribui com recursos próprios por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS e a prefeitura aporta 210 milhões de reais anuais.
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O volume de recursos investidos e a expertise proveniente da parceria permitiu que a instituição alcançasse níveis de excelência, tornando-se referência em tratamentos clínicos e cirurgias para câncer e oferecendo atendimento para 3 mil transplantados por mês.
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O Hospital Vila Santa Catarina também foi o primeiro hospital da rede municipal a implementar equipamentos para cirurgia robótica. Tal inovação foi viabilizada pela doação de um robô com o valor de 7 milhões de reais, cedido pela Sociedade Albert Einstein.
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Além do Hospital Municipal Vila Santa Catarina, Haddad iniciou a construção de outros dois hospitais públicos: o Hospital Municipal de Parelheiros e o Hospital Municipal da Brasilândia. Haddad deixou dinheiro em caixa para que seu sucessor finalizasse as obras.
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Localizado no extremo-sul da capital paulista, o Hospital de Parelheiros atende 2,7 milhões de pessoas e possui 250 leitos (incluindo 20 de UTI), 7 salas cirúrgicas e centro obstétrico com 4 salas.
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O Hospital da Brasilândia se localiza na Zona Norte. Atende 2,2 milhões de pessoas e administra 350 leitos. O hospital realiza cirurgias, atende casos de urgência, emergência de clínica médica e pediatria e teve importância fundamental durante a pandemia de covid-19.
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A gestão Haddad notabilizou-se pelos investimentos recordes na ampliação do SUS. Além dos três novos hospitais municipais, Haddad criou 300 novos leitos na rede assistencial preexistente.
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Entre as iniciativas mais importantes de sua gestão, está a Rede Hora Certa — conjunto de unidades que realizam exames, cirurgias e consultas. Haddad inaugurou 16 hospitais-dia, 9 anexos hospitalares e 10 unidades hospitalares móveis.
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Haddad implantou 3 novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas: Vila Santa Catarina/Jabaquara, Campo Limpo e 26 de Agosto/Itaquera. Sua gestão deixou outras 12 UPAs em obras, com recursos em caixa para a finalização.
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Haddad também iniciou a recuperação, reforma e ampliação de 9 hospitais municipais nas regiões de Ermelino Matarazzo, Jabaquara, Mooca, M’Boi Mirim, Butantã, Pirituba, Itaquera e São Miguel.
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A gestão Haddad inaugurou 16 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e deixou outras 14 em obras. Também implantou 6 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e 14 Serviços de Residência Terapêutica.
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